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Porque assistir... The Big C


Hoje é dia internacional da mulher (Parabéns moças), e nada mais justo do que trazer uma das minhas séries favoritas para homenageá-las aqui no blog.
 
O Canal americano Showtime a muito tempo já percebeu o quanto as suas protagonistas femininas, sempre apoderadas de humor e certa carga de drama, fazem sucesso. Seja a enfermeira excêntrica de Nurse Jackie, ou Nancy e seu trabalho "informal" em Weeds, ou até mesmo o enlatado inglês Secret Diary of a call Girl, a grade do canal está baseada no poder de persuasão delas.

Adicionada a esse time em 2010, "The Big C" foi uma das grandes estréias de um ano que pouco acrescentou. A série traz no elenco a atriz Laura Linney (indicada três vezes ao Oscar) no papel de Cathy, uma professora de ensino médio que após ser diagnosticada com melanoma maligno, o qual ela provavelmente não resistirá, resolve dar uma nova perspectiva a sua vida e aproveitar o pouco tempo que lhe resta.

Durante os 13 episódios da primeira temporada  Cathy abandona o comodismo de sua vida e passa por experiências que sua rotina não permitia, e que fazem com que muitas vezes o telespectador duvide de seu caráter. No elenco também estão Oliver Platt , que interpreta Paul, o marido cheio de boas intenções e,nenhum juizo, o filho Adam(Oliver Platt), típico adolescente rebelde, a vizinha e amiga Marlene (Phyllis Somerville) a única que sabe da doença de Cathy e o Irmão Sean (John Benjamin Hickey), ambientalista e morador de rua.
Se o roteiro não é nada original, a trama compensa bastante com diálogos  e  devaneios  bem trabalhados, cercados de humor e drama, o que já foi percebido pelo público americano e que rendeu um Golden Globe a série. Por ter um cast pequeno, os personagens antagônicos são trabalhados tão bem como a protagonista, o que garante o dinamismo da série. 



 Brilhantemente a série cumpre o papel que lhe foi dado, e assim como suas "irmãs", consegue entreter através de uma história inteligente e acima de tudo lhe fazendo pensar.

Nota: 10 PLAYS

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